sexta-feira, 18 de julho de 2014

Índice de confiança do empresário industrial cai para o menor nível histórico


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) caiu para 46,4 pontos em julho, o menor valor da série histórica, que começou em 1999. Essa foi a quarta queda consecutiva e, desde março, o indicador, acumula retração de 6,1 pontos, informa pesquisa divulgada hoje (18), pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Icei varia de zero a 100. Abaixo de 50 indica falta de confiança.
A pesquisa foi feita com 2.649 empresas entre 1º e 11 de julho. Na indústria extrativa, o Icei ficou em 50 pontos, a linha que separa o otimismo da falta de confiança. No setor de construção, o indicador caiu para 47,7 pontos e, na indústria de transformação, recuou para 45,6 pontos.

Entre os 28 setores da indústria de transformação pesquisados, apenas três - bebidas, farmacêutico e manutenção e reparação - ficaram acima dos 50 pontos. O levantamento mostra ainda que a falta de confiança é maior nas médias empresas, segmento em que o Icei caiu para 45,2 pontos. Nas grandes e pequenas indústrias, o índice baixou para 46,8 pontos.

Fonte: Agência Brasil 

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Juros para crédito a pessoa física e jurídica aumentam em junho, aponta Anefac

As taxas de juros das operações de crédito registraram nova alta em junho, aponta levantamento divulgado ontem (15) pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). Trata-se da décima terceira elevação seguida. A taxa média geral para pessoa física avançou 0,05 ponto percentual, em relação a maio (5,98%), e ficou em 6,03% no último mês. Para pessoa jurídica, houve alta de 0,03 ponto percentual, passando de 3,41% para 3,44% em junho. Essa é a maior taxa média de juros para empresas desde julho de 2012.
Das seis linhas de crédito para pessoa física, apenas o financiamento para automóveis teve redução. A taxa passou de 1,8% para 1,78%. O juro do cartão de crédito foi o que apresentou maior alta, passando de 10,52% para 10,7%, alta de 0,18 ponto percentual. O cheque especial (de 8,22% para 8,28%) e o empréstimo pessoal por meio de financeiras (de 7,29% para 7,35%) tiveram suas taxas elevadas em 0,06 ponto percentual. Em seguida, estão os juros do empréstimo pessoal com bancos (de 3,41% para 3,45%) e do comércio (de 4,62% para 4,64%).
Para as pessoas jurídicas, das três linhas pesquisadas, uma teve redução. A taxa média de juros de capital de giro caiu 0,02 ponto percentual, passando de 1,84% para 1,82%. Esse é o menor resultado desde abril de 2013. As operações de crédito com desconto de duplicatas (2,52%) e conta garantida (5,98%), por sua vez, apresentaram queda nas taxas de 0,04 e 0,06 ponto percentual, respectivamente.
Na comparação com a taxa básica de juros, a Selic, desde março do ano passado houve elevação de 3,75 pontos percentuais. Nesse período, os juros médios para pessoa física subiram 13,93 pontos percentuais, de 87,97% ao ano, em março de 2013, para 101,9% ao ano, no mês passado. As empresas tiveram melhor condição, com elevação de 6,48 pontos percentuais, de 43,58%, ao ano, para 50,06%.
A Anefac avalia que os resultados refletem as elevações do “aumento da inadimplência bem como o cenário econômico nacional com expectativa de piora nos índices de inflação e de crescimento econômico”. A entidade avalia que a tendência é que, a curto prazo, a Selic se mantenha inalterada, o que deve fazer com que as taxas de juros das operações de crédito mantenham-se estáveis.

Fonte: Agência Brasil


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Estudantes em lista de espera começam a ser convocados no Sisu

Os estudantes em lista de espera no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) começam a ser convocados a partir de hoje (14) pelas instituições de ensino. Nesta etapa, cada instituição participante define os procedimentos para a ocupação das vagas não preenchidas nas chamadas regulares.
É de responsabilidade do estudante acompanhar as convocações e observar prazos, procedimentos e documentos exigidos para a matrícula. Cada instituição publica edital próprio que estabelece essas regas e informa sobre horários e locais de atendimento.
A segunda edição do Sisu de 2014 teve 1.214.259 candidatos inscritos, o que representa crescimento de 54% em relação à mesma edição do ano passado, quando 788.819 estudantes se inscreveram.
O curso mais procurado foi medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com 26,2 mil inscritos e concorrência de 163,8 candidatos por vaga. Em seguida está direito, também na UFMG, com 20,3 mil inscritos e 101,79 candidatos por vaga. Em terceiro lugar, vem o curso de análise e desenvolvimento de sistemas no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo, que recebeu 18 mil inscrições, 50,22 candidatos por vaga.
O Sisu é o sistema informatizado do Ministério da Educação pelo qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção tem duas edições por ano. Puderam participar aqueles que fizeram o Enem de 2013 e não tiraram zero na redação. Nesta edição do meio do ano, o sistema oferece 51.412 vagas. O crescimento da oferta foi inferior ao crescimento da demanda por vagas, 29% em relação ao ano passado.


Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Selecionados no ProUni têm até hoje para comprovar informações

Termina hoje (11) o prazo para que os estudantes pré-selecionados na segunda chamada do Programa Universidade para Todos (ProUni) comprovem as informações prestadas na hora da inscrição. O candidato deve verificar na instituição para a qual foi selecionado o horário e o local em que deve comparecer para apresentar os documentos. Caso perca o prazo, ele é automaticamente retirado do processo.
Os estudantes deverão apresentar, entre outros, documento de identificação, comprovante de residência, de rendimento e de conclusão do ensino médio. Uma lista completa com a documentação necessária está disponível na página do ProUni.  Também na página do programa é possível consultar a  lista dos selecionados, disponível desde a última sexta-feira (4).
O ProUni oferece bolsa de estudo integral ou parcial (50% da mensalidade) em instituições particulares de educação superior. O estudante precisa comprovar renda familiar, por pessoa, de até um salário mínimo e meio para a bolsa integral e de até três salários mínimos para a bolsa parcial.

Esta edição do programa ofereceu 115.101 bolsas e teve 653.992 inscritos. Quem não foi selecionado, poderá participar da lista de espera nos dias 21 e 22.

Fonte: Agência Brasil

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Produção industrial cai em sete locais de abril para maio

Sete dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística tiveram queda na produção industrial na passagem de abril para maio deste ano. Segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgada hoje (10), a maior queda foi observada no Amazonas (9,7%), seguido da Bahia (6,8%) e da Região Nordeste (4,5%), cujos estados são analisados em conjunto.
Também registraram queda o Rio de Janeiro (1,6%), o Espírito Santo (1,4%), o Rio Grande do Sul (1%) e Pernambuco (0,2%). Na média nacional, houve uma queda de 0,6%. Sete estados tiveram alta na produção e contribuíram para evitar uma queda maior da indústria: São Paulo (com alta de 1%), Pará (4,2%), Goiás (2,1%), Ceará (1,2%), Paraná (1,1%), Minas Gerais (0,5%) e Santa Catarina (0,3%).
Na comparação entre maio deste ano e o mesmo período do ano passado, houve queda em oito dos 15 locais pesquisados (neste tipo de comparação, está incluído Mato Grosso), com destaque para Rio de Janeiro (7,9%), Rio Grande do Sul (7,8%), Bahia (6,6%) e Amazonas (5,8%).
Também tiveram redução na produção industrial, Minas Gerais (4,1%), Paraná (3,7%), São Paulo (3,6%) e Região Nordeste (2,1%). Santa Catarina teve estabilidade, enquanto seis estados tiveram alta: Pará (36,3%), Goiás (4,2%), Pernambuco (1,7%), Ceará (1,1%), Mato Grosso (0,9%) e Espírito Santo (0,3%).
No acumulado do ano, houve alta em oito locais, com destaque para o Pará (18%), estabilidade em um estado e queda em seis. Já no acumulado de 12 meses, houve alta em 11 locais, com destaque novamente para o estado do Pará (8,8%), e queda em quatro.

Fonte: Agência Brasil


quarta-feira, 9 de julho de 2014

Custo da construção civil desacelera para 0,59% em junho, mostra IBGE

O Índice Nacional da Construção Civil ficou em 0,59% em junho, resultado 0,47 ponto percentual inferior ao 1,06% registrado no mês de maio, segundo informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No primeiro semestre, os custos da construção passaram a acumular alta de 3,68%, contra 4,1% de igual período de 2013.
O IBGE esclarece que o resultado acumulado leva em conta a desoneração da folha de pagamento de empresas do setor da construção civil prevista na Lei 12.844, sancionada em 19 de julho de 2013.
Em junho de 2013, mês em que não houve a aplicação da desoneração da folha de pagamento das empresas da construção civil, que teve efeitos vigentes de 1º de abril a 3 de junho de 2013, retornando em 19 de julho de 2013, o índice havia subido 7,8%.
A taxa acumulada nos últimos 12 meses ficou em 0,11%, mas, sem considerar a desoneração da folha de pagamento, o acumulado no ano ficou em 3,71% e a dos últimos 12 meses, em 7,05%.
Com o resultado de junho, o custo nacional da construção, por metro quadrado, que em maio fechou em R$ 886,51, em junho passou para R$ 891,73, sendo R$ 489,58 relativos aos materiais e R$ 402,15, à mão de obra.
A parcela dos materiais variou 0,36%, subindo 0,29 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,07%), e a mão de obra registrou variação de 0,87%, caindo 1,43 ponto percentual em relação a maio (2,30%).
No acumulado dos seis primeiros meses do ano, os materiais subiram 3,27% e a mão de obra, 4,18%, enquanto a taxa anualizada (acumulado dos últimos 12 meses), os materiais subiram 6,22% e os custos da mão de obra fecharam com variação negativa de 6,45%.
A Região Sul apresenta maior variação em junho (0,92%), influenciada pela alta de 2,99% no custo da construção civil em Santa Catarina; seguida da Norte (0,36%), da Nordeste (0,23%), do Sudeste (0,75%) e do Centro-Oeste, com 0,83%.
O Índice Nacional da Construção Civil é calculado mensalmente pelo IBGE por meio de parceria com a Caixa Econômica Federal, a partir do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil.


Fonte:Agência Brasil

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Hoje é o último dia para aderir à lista de espera do Sisu

Os candidatos a uma vaga no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e que não foram selecionados em nenhuma das chamadas têm até hoje (7) para aderir à lista de espera. A lista é para a primeira opção feita na hora da inscrição. A adesão é feita no site do Sisu. Os candidatos em lista de espera serão convocados pelas instituições a partir do dia 14.
Para aderir à lista, basta acessar o boletim pessoal no site do sistema e clicar no botão que confirma o interesse em participar. Também podem integrar a lista os candidatos que foram selecionados na segunda opção de curso, mesmo os que já fizeram a matrícula.
Nesta edição, foram ofertadas 51.412 vagas em 1.447 cursos de 67 instituições de educação superior federais e estaduais. Segundo o Ministério da Educação (MEC), 1.214.259 candidatos se inscreveram.

O Sisu é o sistema informatizado do MEC no qual instituições públicas de ensino superior oferecem vagas para candidatos participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A seleção é feita duas vezes por ano.

Fonte: Agência Brasil